Blog do Macêdo - Arquitetura e Sustentabilidade

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Retrofit verde ajuda no bolso (e revoluciona seu prédio)

Por Lygia Haydée, publicado em EXAME.com

São Paulo – Já ouviu falar em retrofit verde? Este movimento, hoje tendência mundial, é uma técnica que consiste na adaptação e na melhoria de edificações já existentes, aproveitando sua parte estrutural para transformá-la por dentro. É um caminho mais rápido para que edifícios antigos e clássicos atinjam um padrão sustentável em comparação à construção de um novo projeto. O processo traz ganhos em 5 áreas (veja-as ao final).
A tendência ganha mais espaço a cada dia. Nos Estados Unidos, o mercado da construção sustentável saiu dos míseros U$ 10 bilhões em 2005 para atingir U$ 236 bilhões atualmente. O exemplo de maior destaque é o Empire State Building.
O Empire State Building, em Nova York, é um exemplo notável de bom uso do retrofit
O Empire State Building, em Nova York, é um exemplo notável de bom uso do retrofit, ao trazer revitalização aliada a muita economia nos gastos
Os americanos não agiram apenas por preocupação ambiental: como resultado, houve uma redução de 38% com os gastos de energia de um dos prédios mais conhecidos de Nova York, com a expectativa de economia de US$ 4,4 milhões de dólares por ano.



No Brasil, o exemplo com maior repercussão é a reforma do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Visando a Copa do Mundo 2014, o local conta hoje com placas de energia solar que garantem uma redução de 25% da energia consumida. Melhor: o novo Maracanã reusou boa parte de sua estrutura antiga, um dos preceitos do retrofit.
Benefícios
Existe, primeiro, a questão ambiental. “No Brasil, os edifícios respondem por cerca de 45% do consumo anual de energia de todo o país, por 22% da emissão de CO2 e por 21% do consumo de água potável”, diz Manoel Gameiro, diretor comercial e de produtos aplicados da Trane para América Latina.
E há a economia direta no bolso: com a técnica, o uso de energia diminui cerca de 30% e o de água cai pela metade. É, ainda, uma boa solução comercial, já que pode aumentar em até 10% os valores para venda e locação de empreendimentos. 
Acima de tudo, é preciso levar em conta que há uma demanda crescente por novas construções nas grandes cidades sem que haja espaço para tantos novos projetos. 
O investimento, é verdade, não é dos mais baratos. “Mas, apesar disso, ele se paga em um curto espaço de tempo”, diz Walter Serer, diretor geral de Soluções Climáticas da Trane Brasil. Dados mostram que a redução dos custos operacionais durante um ano chega a 8%.
O retrofit verde pressupõe que qualquer tipo de atualização em um edifício que já exista pode ajudar na melhora do seu desempenho energético e ambiental. Veja o que pode ser feito:
1) Iluminação
Com o apagão de 2001, as pessoas ficaram mais atentas ao assunto da economia de luz. “Creio que esse tenha sido um divisor de águas para que melhorias energéticas simples pudessem ser feitas em todos os tipos de prédio, principalmente nos residenciais”, diz Serer. Aqui, as possibilidade são a substituição de lâmpadas antigas por equipamentos mais modernos, como lâmpadas de led, sensores de movimento, películas protetoras para diminuição da luz e temperatura do ambiente.
2) Conservação da água
Como este é um dos pontos que causa maior gasto desnecessário nas edificações, é importante haver investimento em equipamentos para redução do fluxo de água, reaproveitando a água da chuva, juntamente com o controle e medição do consumo através da aplicação de medidores. Outra solução é recolher a água das pias de banheiro e da cozinha também para reuso. Elas são levadas a uma pequena estação de tratamento e guardadas em um reservatório para posterior uso em uma tubulação exclusiva para os vasos sanitários.
3) Climatização
As estratégias típicas para melhorar a climatização do ambiente incluem um estudo térmico do edifício para determinar as cargas térmicas de aquecimento e arrefecimento ainda na fase de concepção do projeto. “Para ter êxito, é importante que haja a substituição de equipamentos primários por sistemas mais eficientes e bem dimensionados de acordo com as necessidades do espaço. Isso traz a otimização das unidades terminais, ajuda no balanceamento de aquecimento e na refrigeração dos espaços”, diz Gilbert Simionato, consultor de novos negócios da Empresa Verde Consultoria em Sustentabilidade.
4) Fachada
Aqui é recomendável o uso de vidros espelhados que mantêm a temperatura interna nos dias mais quentes. Para isso, no entanto, é preciso prever mecanismos que permitam a abertura das janelas em determinadas horas do dia, aproveitando, também, a ventilação natural. “Vigas refrigeradas e a aplicação de sistemas de sombreamento controlados por computador também são ótimas alternativas”, explica Simionato.
Edifício Galeria
Edifício Galeria, na Rua da Quitanda, no Centro do Rio, passou por retrofit
5) Eficiência energética
Esse é um dos principais focos do retrofit verde. Foi, inclusive, alvo de importantes discussões mundiais, tendo como resultado o pacote ambiental do governo de Barack Obama, que destinou US$ 20 bilhões para o assunto. 
Algumas soluções bastante eficientes já tem surgido no mercado brasileiro. “Sabemos que um prédio, ao longo de 50 anos de existência, gasta 15% do orçamento no projeto e na construção e 85% com reformas e manutenção”, conta Gameiro. 
Por isso, a preocupação em fazer com que os produtos tragam eficiência energética ao empreendimento sem dar dores de cabeça. Para tanto, as máquinas usadas pelas empresas da área contam com dispositivos eletrônicos que reúnem dados de como estão as variações de pressão, temperatura e quantidade de óleo usado.
“Com isso, o cliente pode avaliar o que deve ser alterado para que continue com a mesma performance sem consumir mais”, finaliza Gameiro.

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Marcadores: Cidades, Construção Sustentável, Green Buildings, Projetos

Por que escritórios sustentáveis são melhores?

Why are greener offices better?


Pesquisas e estudos de casos verificaram que escritórios sustentáveis estimulam a produtividade e performance no trabalho, promove a satisfação dos usuários, reduzem as faltas por doenças e representam uma poderoso instrumento para recrutamento e retenção de pessoas.
Veja aqui alguns dados estatísticos essenciais, obtidos por Green Building Council´s pelo mundo:


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Marcadores: Certificação de Edifícios, Construção Sustentável, Green Buildings, Projetos

Uso da água da chuva é simples e vantajoso

Por Sharon Abdalla, para a Gazeta do Povo, de Curitiba, publicado originalmente em www.gazetadopovo.com.br

Instalação do sistema varia de acordo com o tipo do imóvel, representando cerca de 1% do valor da obra

Consumo consciente
Medidas simples que podem ser adotadas no dia a dia ajudam a diminuir a conta de água. Confira algumas dicas:
Banho: Reduza o tempo no chuveiro, com banhos de até 15 minutos, ou desligue enquanto se ensaboa.
Vaso sanitário: Aperte a descarga uma única vez, é o suficiente para a limpeza do vaso. Substitua as válvulas ou caixas de descarga pelas que contam com duas opções de vazão.
Reutilização: utilize a água que sai da máquina de lavar para limpar calçadas, canis e outras áreas externas.
Carro: ao lavar o carro, use balde ao invés de mangueira. Isso pode economizar mais de 500 litros de água.
    A crise de abastecimento que atinge o estado de São Paulo reacendeu o sinal de alerta sobre o a necessidade de economia e o consumo consciente da água. Neste sentido, os sistemas de aproveitamento de água das chuvas surgem como uma alternativa viável para quem deseja tornar o imóvel mais sustentável e, de quebra, economizar na conta.

Os imóveis novos construídos em Curitiba são obrigados a instalar sistemas de aproveitamento de água como prevê uma lei municipal de 2003, lembra o engenheiro civil e sócio-diretor da Construtora Monreal, Cassiano Garcia. “A instalação do sistema está vinculada à emissão do Habite-se e é necessária também para reformas que exijam renovação do projeto junto à prefeitura”, acrescenta João Paulo Baggio, diretor de engenharia da Construtora Baggio.
No sistema mais utilizado de aproveitamento, a água desce pelas telhas e é levada da calha para um reservatório próprio, localizado no telhado, por meio de dutos específicos. Do reservatório, ela segue para as torneiras externas, para que possa ser utilizada em atividades que não exijam água tratada, como a limpeza de calçadas e áreas externas e para regar as plantas do jardim.
Rose Guazzi, arquiteta e especialista em construções sustentáveis, conta que outra solução disponível é o sistema que conta com um processo de “minitratamento”, no qual a água coletada também pode ser utilizada nas descargas e na máquina de lavar. “A captação ocorre da mesma forma, a diferença é que nele a água passa por um equipamento de tratamento, que fica enterrado, antes de voltar para a tubulação.”
Em ambos os sistemas, há um registro que permite que o reservatório – geralmente de 500 litros – possa ser abastecido com a água vinda da rede de saneamento, para casos de estiagem prolongada. “As águas do reservatório e da caixa d’água não se misturam”, lembra Rose.
Investimento
O custo para a instalação do sistema de aproveitamento de água varia de acordo com as características do imóvel, mas costuma girar em torno de 1% do valor total da obra. “Para uma residência com 150 m² de telhado, o gasto seria de cerca de R$ 2 mil”, exemplifica Rose.
Executar a implantação durante a construção da residência facilita o processo, mas também é possível instalar o sistema em casas já construídas. “Cabe ao arquiteto ou engenheiro fazer uma boa consultoria, para que a instalação seja mais prática e gere o menor ônus para o cliente”, explica Baggio. O investimento no sistema para o uso da água em máquinas de lavar e sanitários, por sua vez, custa cerca de R$ 6 mil a mais, valor referente à aquisição do equipamento de tratamento.


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Marcadores: Construção Sustentável, Educação, Green Buildings, Meio Ambiente, Projetos

Projeto Integrado e Sustentabilidade

Caros,

Reproduzo artigo publicado na Revista Green Building edição de Maio de 2015, sobre um tema que julgo de fundamental importância para a construção sustentável: O Processo de Projetos Integrados.


 

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Marcadores: Construção Sustentável, Educação, Green Buildings, Projetos

Rehabilitación Energética del Palacio de Congresos Europa en Vitoria

Caros, Reproduzo a seguir interessante artigo publicado no ótimo site "Construible", da Espanha, sobre um projeto de reabilitação realizado na cidade de Vitoria-Gasteiz, no País Basco.
Publicado em www.construible.es, 2014.

En la primera fase de la rehabilitación se ha instalado una fachada vegetal que mejora el aislamiento térmico y acústico de este edificio público.

El Ayuntamiento de Vitoria-Gasteiz ha puesto en marcha un proceso de rehabilitación en el Palacio de Congresos Europa, construido en 1988, para mejorar la oferta congresual y expositiva de la ciudad, y al mismo tiempo aumentar su eficiencia energética que pretende ser ejemplo para otros edificios. Con toda la reforma, este edificio público conseguirá unos ahorros del 70% con respecto a los consumos actuales.
Palacio de Congresos Europa 2
La primera fase de su proceso de rehabilitación energética ha concluido con la instalación de una fachada vegetal y desde el pasado mes de octubre ha comenzado su transformación interior con las obras de dos nuevas salas polivalentes con capacidad para 2.206 personas en la zona su polideportiva que estarán concluidas en el verano de 2014.
Palacio de Congresos Europa sra
Esta rehabilitación se enmarca dentro del proyecto que la ciudad esta llevando a cabo de Anillo Verde Interior para mejorar la biodiversidad y el paisaje urbano, forma parte del sistema verde infraestructural urbano, una intervención que acompaña al corredor de la Avenida de Gasteiz que trata de integrar la filosofía exitosa del Anillo Verde hacia el corazón de la ciudad.
El jardín vertical permitirá que este edificio obtenga un ahorro en la factura energética en dos tercios y conseguirá, a partir de ahora, un aislamiento térmico y acústico del equipamiento, así como una protección frente al soleamiento.

Primera fase de la intervención: Fachada Vegetal

Los estudios Urbanarbolismo y Unusualgreen junto a Urbaser y Zikotz han realizado la primera fase del proyecto instalando una fachada vegetal cuyo propósito es traer los ecosistemas de Álava al centro de la ciudad.
Palacio de Congresos Europa zocalo
La fachada vegetal tiene una superficie total de 1492m2, de los cuales 1000m2 son jardín vertical del sistema f+p hidropónico y 492m2 son de plantas trepadoras que cubren los ventanales. Para su plantación se han utilizado más de 33.000 plantas de diversas variedades autóctonas de la zona de Álava y el País Vasco.
Palacio de Congresos Europa esquema
El sistema de jardinería vertical utilizado en este proyecto es f+p preplant, un sistema de jardinería vertical hidropónico compuesto por dos elementos: un contínuo de fieltro no tejido y paneles de sustrato inerte preplantados. Esta configuración permite colocar los paneles preplantados directamente sobre el fieltro que ya tiene la humedad óptima. Este proceso reduce al máximo el estrés de la planta en el proceso de traslado y plantación.
plano
El motivo principal por el que surgió el proyecto fue mejorar el consumo energético del Palacio de Congresos, el sistema de jardín vertical propuesto: "f+p preplant" añade una resistencia térmica de 2,644 m2.K/W. Esto supone un 270% más aislamiento sobre la fachada existente, con el consiguiente ahorro energético.
El diseño toma como referencia los ecosistemas que hay en el entorno de Vitoria-Gasteiz y los reproduce a lo largo del recorrido de la fachada. De izquierda a derecha aparece la vegetación de los Humedales de Salburua, las parcelas agrícolas del campo de Álava, los ecosistemas de los cerros margosos y los hayedos de los montes de Vitoria.
Palacio de Congresos Europa noche
En la base del jardín se ha situado un zócalo de acero corten retroiluminado donde figura una explicación de los ecosistemas que reproduce el jardín vertical y las especies vegetales que lo conforman. El 97% de las especies utilizadas en el jardín son autóctonas muchas de ellas endémicas de Álava.
Palacio de Congresos Europa plantas
La utilización de plantas autóctonas en el diseño ha sido uno de los principales retos del proyecto, muchas de las plantas del entorno de Vitoria están adaptadas a los periodos de sequía del clima de meseta y tienen dificultades para sobrevivir en entornos más húmedos como los sistemas convencionales de jardinería vertical. Para este proyecto se ha rediseñado el sistema f+p optimizando la saturación de agua del sustrato de manera que este tipo de plantas puedan desarrollarse perfectamente.
El sistema hidropónico utilizado para mantener este jardín confiere al sustrato las óptimas condiciones de nutrientes, pH, conductividad y humedad para este tipo de vegetación; todo el sistema está monitorizado mediante control remoto con el objetivo de ahorrar agua, energía y controlar el desarrollo de las plantas.
Palacio de Congresos Europa detalle
En el centro de la fachada los perfiles de aluminio reproducen la estructura de las parcelas del campo de Álava, dentro de este espacio se ha destinado una zona para un Huerto Vertical donde se plantarán especies de huerta según la temporada. En la zona norte de la fachada la estructura de los perfiles se vuelve más orgánica y se estructura a partir de un río, es el Bosque Vertical. Esta es la zona que reproduce los ecosistemas de los cerros y los montes de Vitoria.
Los grandes ventanales quedarán cubiertos por enredaderas caducifolias que permiten el paso de la luz del sol en invierno y protegen el edificio del calor del verano. El perfil-río, que estructura el diseño del bosque vertical, se ilumina por la noche mediante leds de bajo consumo creando un entorno inigualable para pasear en el centro de Vitoria- Gasteiz.
Palacio de Congresos Europa pajaro
El zócalo de acero corten no solo aporta información didáctica sobre el jardín y los ecosistemas de la ciudad sino que también se convierte en un espacio para el descanso y la conversación, creando un banco dentro de un parque vertical. La naturaleza se abre paso en el jardín vertical ya que gracias a las plantas autóctonas el jardín ha sido colonizado rápidamente por todo tipo de insectos y animales.

Siguientes fases de intervención

Las obras de la segunda y penúltima fase comenzaron el pasado mes de octubre en el Palacio de Congresos Europa. En esta fase, el Ayuntamiento habilitará dos nuevas salas polivalentes en la zona sur deportiva, denominadas Olarizu y Estíbaliz, que tendrán capacidad para 1.247 y 959 personas, respectivamente. En total, un aforo para 2.206 personas que se sumarán a las 584 de la nueva sala Green, que ya está incorporada como nueva sala expositiva.
En estas nuevas salas también se incorporará el sistema de control SCADA, que ya funciona en la nueva sala Green, y que, mediante un sistema de autogestión, permite controlar las condiciones de temperatura, humedad y calidad del aire, teniendo en cuenta las condiciones meteorológicas exteriores y consumiendo la menor cantidad de energía posible.
Palacio de Congresos fachada
En la tercera y última de las fases del proceso de rehabilitación energética, adecuación ambiental y ampliación de aforo se ampliará la zona central y se adecuará la zona norte en materia de accesibilidad, incendios y climatización. En la zona central, se creará un nuevo auditorio con capacidad para 800 personas y una cubierta verde sobre un módulo cilíndrico desde la entrada principal. Sobre esta cubierta se habilitará el espacio para albergar una nueva cafetería. En la planta inferior, bajo la cafetería se dejará la zona para poder albergar un restaurante. Ambos, la cafetería y el restaurante, se gestionarán mediante una concesión administrativa. En esta zona central también se ganarán dos nuevas salas polivalentes. También se adecuará la zona norte en materia de accesibilidad, incendios y climatización. Con esta última fase, el Ayuntamiento completará la ampliación de aforo hasta las 5.700 personas y se prevé que estas obras concluyan a partir del primer trimestre de 2015.

Resultados esperados tras la reforma

Toda la intervención persigue conseguir un equipamiento que mejore en funcionalidad y confortabilidad, siendo más eficiente en el uso de agua y energía y con menos impacto medioambiental, emitiendo menos CO2 y generando menos residuos.
Palacio de Congresos Europa 4
Los sistemas de ahorro que se implementarán conseguirán, al finalizar todas las fases, que la factura energética de gas descienda en un 80% y de la electricidad en un 30%.
El proceso de reforma también conseguirá que las distintas salas puedan funcionar de manera conjunta como un único edificio, o también por separado de forma independiente cuando sea necesario, siendo eficientes en las dos circunstancias.

Jardín Vertical del Palacio de congresos de Vitoria-Gasteiz

  • Autoría del proyecto: Urbanarbolismo y Unusualgreen
  • Constructoras: Zikotz y Urbaser
  • Fotografias: Quintas Fotografos
  • Presupuesto: 485.000 Euros
  • Fecha obra: Mayo 2013-Noviembre2013

Meu comentário: Bonito, não?

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Nova turma do MBA em Construções Sustentáveis INBEC / UNICID em São Paulo

Caros,

Estamos a ponto de dar início à sexta turma do MBA em Construções Sustentáveis INBEC / UNICID em São Paulo. São mais de 1.000 alunos, em 27 turmas realizadas em 13 capitais do país, sempre com avaliação superior a 95% de aprovação pelos participantes.

São 480 horas, em 24 disciplinas de 20 horas, uma por mês. Vejam programa do curso abaixo. As aulas desta nova turma de São Paulo terão início em Dezembro. Restam poucas vagas. As inscrições podem ser feitas pelo link da imagem ou pelo: (11) 2626 9575.



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Vantagens da microgeração ainda são desconhecidas pelos brasileiros

Por Caroline, da Energio Nordeste, 18/11/14

O uso de fontes renováveis já é uma realidade do sistema elétrico do Brasil, porém, muitos brasileiros ainda desconhecem as vantagens da mini e microgeração de eletricidade através da energia eólica ou solar. Convencer o consumidor residencial e comercial que vale a pena investir na produção de energia limpa, mesmo que o consumo mensal não seja elevado, já consta como um grande desafio.

Devido ao grande potencial do nosso país de produzir energia limpa, o retorno do valor investido em painéis solares e geradores eólicos chega em até oito anos. Esse retorno está associado basicamente à disponibilidade do recurso natural, ao tipo de solução (solar, eólica ou mista), e ao custo do financiamento para o investimento em um equipamento que dura de 20 a 25 anos.
Atualmente o cliente residencial ou comercial de energia de baixa tensão paga à concessionária R$ 0,52 o KWh, em média. E com uma solução eólica ou solar, o KWh pode chegar a R$ 0,19. Além das vantagens financeiras, empresas que investem em energia limpa, por exemplo, podem estacar o fato de utilizar soluções limpas, agregando valor à marca da empresa, que associa sua imagem à sustentabilidade.
Lembrando que a expectativa do setor é que com aprimoramento da Resolução Normativa nº 482/2012, que trata das regras destinadas para a instalação de geração distribuída, aconteça um aumento da geração própria no País. Uma das vantagens para o consumidor é que além de produzir energia elétrica, ele possa obter descontos em sua conta de energia ou até zerá-la, por meio da compensação da produção excedente.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Prédio sustentável na Austrália é escolhido o melhor do mundo de 2014, segundo CTBUH

Publicado originalmente em Veja (online), em 11/11/2014
One Central Park, Sydney, Austrália

One Central Park, Sydney, Austrália (Kok Kai Ng/Getty Images)

O One Central Park, em Sydney, venceu uma disputa envolvendo construções de 88 países. Integração com a natureza foi decisiva para a escolha dos jurados

O prédio One Central Park, localizado em Sydney, na Austrália, foi eleito o melhor de 2014 pelo Conselho de Grandes Construções e Habitat Urbano (CTBUH, na sigla em inglês), uma respeitada organização voltada para a arquitetura de prédios ao redor do mundo. Os jurados avaliaram construções de 88 países durante quase um ano para chegar à decisão. Segundo comunicado enviado à imprensa, o design sustentável do prédio foi determinante para a escolha dos especialistas. "Todas essas iniciativas sustentáveis que estamos fazendo realmente existirão se ninguém puder notá-las? Nossas escolhas por um futuro sustentável não podem ser feitas no futuro. Elas precisam ser feitas hoje", afirmou Bertram Beissel, responsável por supervisionar a construção do prédio vencedor.  
O regulamento desenvolvido pelo CTBUH diz que a premiação é destinada a novos projetos que oferecem contribuições extraordinárias para o avanço na construção de prédios e para o ambiente urbano. O One Central Park utiliza duas raras tecnologias que permitem o cultivo de plantas em torno do perímetro de todos seus níveis. 
O One Central Park também venceu uma eleição popular realizada pelo CTBUH. O resultado foi mantido em segredo até o parecer dos jurados ser divulgado. O concurso também premiou os melhores projetos por continente.
Confira abaixo os vencedores do concurso em cada continente:
Os quatro "melhores prédios" de 2014:

One Central Park, em Sydney, na Austrália
(Vencedor do concurso geral e da disputa entre os continentes asiático e oceânico)

De Rotterdam, Roterdã, Holanda
(Vencedor da disputa na Europa)

Prédio Federal Edith Green-Wendell Wyatt, em Portland, EUA(Vencedor da disputa no continente americano)

Torre Cayan, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos
(Vencedor da disputa entre o Oriente Médio e África)

Leia também:
Novo World Trade Center é inaugurado em Nova York
Novo World Trade Center oferece vista privilegiada de Manhattan 

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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Realizada em Outubro, com sucesso, a VII Missão Técnica Green Buildings em Nova York

Entre os dias 25 de Outubro e 01 de Novembro 2014 realizamos, com sucesso, mais uma edição da Missão Técnica Green Buildings em Nova York.

Como sempre, há muito para se ver em Nova York. É de fato impressionante a vitalidade desta metrópole que, a cada ano, sem exceção, nos apresenta novidades, evoluções, lançamentos e empreendimentos de grande escala, muitos sem igual no mundo, renovando-se e mantendo-se na ponta, inclusive em se tratando de edifícios e urbanismo sustentáveis.

Com uma intensa agenda organizada, como sempre, com primor pela ArqTours, by Raquel Palhares, nesta edição tivemos, uma vez mais, oportunidade de visitar escritórios e empresas de destacada atuação, inclusive em escala global, e empreendimentos projetados por grandes escritórios, tais como: AECOM / Tishman, Arup, Cesar Pelli, FXFowle, Gensler, Morphosis, Norman Forster, Rafael Moneo, Renzo Piano, Santiago Calatrava, SOM e Thornton Tomasetti.

Nesta edição, tivemos participantes de 6 cidades brasileiras, muitos dos quais alunos ou ex-alunos do MBA em Construções Sustentáveis INBEC / UNICID, que coordeno. Veja aqui no blog, na coluna da direita, algumas imagens de missões realizadas.

A próxima edição da missão Green Buildings em Nova York ocorrerá em Novembro 2015. Antes, contudo, há outras já previstas: Em Março: Ecobuild Londres 2015 e em Maio: Alemanha. Mais informações em: Missões Técnicas EcoBuilding / ArqTours 2015.

Até breve,

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

V Missão Técnica Ecobuild Londres - ArqTours / EcoBuilding - Março 2015

Caros,

ecobuildA EcoBuild, de Londres, é, juntamente com a GreenBuild, dos EUA, uma das duas maiores feiras de Construção Sustentável do mundo. Pude observar o notável crescimento do evento ao longo de 4 edições anteriores, que tem acompanhado a exponencial evolução do mercado no setor, em todo o mundo. Durante a feira, centenas de palestras e workshops gratuitos são oferecidos e milhares de expositores de todo o mundo apresentam seus produtos e soluções para a sustentabilidade das construções.

A 5a edição da Missão Técnica Ecobuild Londres, parceria da EcoBuilding com a ArqTours by Raquel Palhares, ocorrerá entre os dias 01 a 09 de Março de 2015. Estamos preparando uma agenda para esta missão que, como sempre, além de visita à Ecobuild, incluirá visitas técnicas a escritórios de projetos (alguns dos quais expoentes mundiais da Arquitetura e Engenharia), bem como empresas, instituições e empreendimentos de referência para a Construção Sustentável. 

São experiências de fato enriquecedoras. Recomendo a todos os colegas da área. 
São oferecidas condições especiais para reservas antecipadas. Mais informações abaixo. Para reservas, acesse o link da imagem. Para compartilhar a informação, utilize os links do rodapé.

Até breve,





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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Obrigatoriedade do LEED v4 para novos projetos adiada para 2016

O mercado precisa de mais tempo para se preparar para o LEED v4, segundo o USGBC, que manterá a aberta a opção de novos registros no LEED v3 por mais tempo.


O U.S. Green Building Council (USGBC) entendeu que a exigência que se adote a mais nova versão do LEED, a v.4, a partir de Junho de 2015 era cedo demais e decidiu alterar esta data para 31 de Outubro de 2016.

Um anúncio divulgado na sexta-feira, 31 de outubro de 2014, confirma oficialmente a nova data, definida após análise dos resultados de uma pesquisa realizada durante a edição deste ano da Greenbuild Conference, realizada há duas semanas, em Nova Orleans. De acordo com a pesquisa, 61% dos respondentes disseram não estar ainda preparados ou seguros em usar o LEED v4 e gostariam de ter mais tempo para se prepararem. 

O USGBC lançou o LEED v4 na edição anterior da Greenbuild, em Novembro 2013, na Filadélfia. A nova versão é mais rigorosa em alguns aspectos e trás conceitos novos como transparência de produtos, análise do ciclo de vida das edificações e novas normas de energia, além de uma novidade: Projetos de ponta poderiam se registrar no LEED v4 imediatamente, mas ficaria mantida a opção de se registrar no LEED v3 até Junho 2015, prazo agora estendido para Outubro 2016.

Em um comunicado à imprensa, Rick Fedrizzi, CEO do USGBC, comenta: “Quando o USGBC lançou o LEED v4 ano passado, nós tínhamos um objetivo: subir a barra de maneira a desafiar a indústria da construção a alcançar patamares mais elevados, nunca antes atingidos. Este é nossa natureza e a missão do USGBC, assim como, coletivamente, de seus membros. Contudo, o mercado solicitou mais tempo para se preparar para o LEED v4 e esta é a nossa resposta".

O que você achou deste adiamento? Compartilhe sua opinião respondendo à enquete ao lado, na coluna da direita aqui do blog, e/ou comentando pelo link abaixo.

Fonte: LEED User


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Energia Solar Fotovoltáica no Brasil


Por Alexandre Spatuzza, originalmente publicado em Rechargenews, em
 31 de Outubro, 2014
O Brasil contratou 889.7MW de energia solar fotovoltaica de 31 projetos no leilão de energia reserva deste ano com um preço médio de R$215,12/MWh (US$86,80/Mwh) dando partida para a expansão solar a partir de outubro de 2017 quando estes primeiros projetos deverão estar prontos.
Usina solar da Eletrosul de 1MW é uma das maiores no Brasil que começa sua caminhada na fonte solar fotovoltáica
O preço ficou 17,9% abaixo do preço-teto de R$262/MWh determinado pelo governo. Além disso, o preço da energia eólica de grande porte provou-se competitiva, ficando signifcativaemente abaixo to custo de geração de energia (Levelized Cost of Energy LCOE) solar na Europa, de US$100/MWh segundo o instituto Fraunhofer e dos Estados Unidos, calculado em torno de US$130/MWh, determinado por agência do governo.
A Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar) esperava que entre 500MW e 1GW fossem contratados. Segundo o goerno, 400 projetos solares com uma capacidade total de 10,8GW tinham sido cadastrados para o certame.
Esta é a primeira vez que governo federal organiza um leilão para energia solar separado das outras, permitindo que os projetos solares concorram entre si e não sofram desvantagens de outras fontes mais competitivas como eólica e hidrelétrica
A única referência de um leilão solar no Brasil foi no ano passado quando o governo do estado de Pernambuco organizou um certame no qual foram vendidos 122MW solares a um preço médio de R$228,63/MWh.
Apesar de ter uma dos mais alto níveis de irradiação solar, o Brasil engatinha na fonte e tem apenas 14,6MW solares FV conectados à rede e outros 30MW em sistemas isolados.
Apesar do governo ter incluído a fonte leilões anteriores, o preço-teto definido abaixo do mínimo de R$250 esperado pelo setor não permitiu a venda.
A energia solar representou 54% dos  1,658GW vendidos no leilão de hoje, que também vendeu 769MW eólicos. Os projetos de resíduos sólidos urbanos não venderam energia.
A maioria dos projetos solares vencedores estão localizados nos estados de São Paulo, Bahia e Minas Gerais. Eles foram propostos por empresas nacionais e estrangeiras, incluindo Renova e a alemã Sowitec e xxx.
Os projetos têm agora contratos de 20 anos e podrão começar a negociar financiamento do BNDES e com os fornecedores de painéis que estavam esperando o sinal do leilão para investir em produção local.
Empresas coma a Chinesa Yingli, a Japonesa Jinko e as americanas SunEdison e FirstSolar estão de olho no mercado que deve crescer 500MW ao ano para atingir 3,5GW em 2023 segundo projeções do governo.

Em tempo: Obrigado, amigo Spatuzza, pelo update. Abs,

Postado por Antonio Macêdo Filho às segunda-feira, novembro 03, 2014 Nenhum comentário:
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Marcadores: Eficiência energética, Energias Renováveis, Meio Ambiente

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Nova Palestra: Custos e Benefícios da Construção Sustentável - Agora em Curitiba: Auditório do IEP - 04/11

Caros,

Depois de termos tido casa cheia em Fortaleza e em Belém, agora é vez de Curitiba receber a palestra "Custos e Benefícios da Construção Sustentável".
Auditório do Instituto de Engenharia do Paraná - Dia 04 de Novembro 2014.
Inscrições gratuitas pelo link abaixo:


Postado por Antonio Macêdo Filho às quarta-feira, outubro 22, 2014 Nenhum comentário:
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Marcadores: Certificação de Edifícios, Cidades, Construção Sustentável, Educação, Green Buildings

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Prédios comerciais impulsionam construções verdes

Fonte: Brasil Econômico, publicado em 21/10/2014

O aumento de profissionais com experiência em projetar e construir edifícios sustentáveis e o avanço da produção nacional de materiais para viabilizar as obras diminuiu o custo extra da concepção dos prédios e alavancou este segmento da construção civil no Brasil. Hoje, a maioria dos projetos de edifícios corporativos em São Paulo e no Rio de Janeiro são elaborados sobre preceitos sustentáveis, uma vez que os prédios chancelados por selos específicos de sustentabilidade oferecem maior retorno financeiro aos investidores e aos operadores.

O número de edifícios certificados no Brasil deu um salto de 20 para 497 nos últimos cinco anos, como reflexo de uma demanda cada vez maior do mercado. "O movimento de crescimento é irreversível, até porque a demanda das grandes empresas, que é atendida pelas construtoras, avança cada vez mais e isso é o que vai continuar puxando o segmento, principalmente entre as edificações corporativas", destacou o diretor de Sustentabilidade do Secovi- SP, Hamilton Leite.

Duas certificações contemplam o mercado brasileiro: a americana Leadership in Energy and Environmental Design (Leed) e a francesa batizada em português de Alta Qualidade Ambiental (Aqua-HQE). Juntos, os selos contemplam os quase 500 edifícios chancelados.De acordo com o consultor de sustentabilidade Luiz Henrique Ferreira, o selo Leed, que atesta a redução do consumo de energia e água em cerca de 30%, se tornou padrão entre as construções corporativas por assegurar maior retorno financeiro aos investidores. "Este certificado, por ser conhecido em todo o mundo, traz segurança para o investidor, pois chancela a concepção de edifícios que oferecem menores custos de operação e maiores taxas de ocupação. A economia de despesas com água e luz reflete na redução do valor do condomínio, o que se traduz em aumento do preço do aluguel e, consequentemente, maior retorno para o investidor", explicou. A taxa de ocupação de empreendimentos comerciais sustentáveis pode ser até 23% maior em relação aos tradicionais, enquanto o valor da locação é, em média, 8% mais alto, de acordo com informações do Secovi-SP.

Redução no custo de construção
Um dos principais fatores que desencadearam essa evolução foi a redução contínua do custo extra dos projetos sustentáveis. Em 2007, quando uma agência do Banco Real, em São Paulo, recebeu pela primeira vez um selo de sustentabilidade no Brasil, o acréscimo no preço da obra foi de 30%. Esse percentual foi caindo até chegar à média atual de 10,5% para incorporadoras que não têm larga experiência com este tipo de construção, as iniciantes. Já para as incorporadoras experientes, o custo extra soma 5,1%, de acordo com dados publicados no livro "Tornando Nosso Ambiente Construído Mais Sustentável", de autoria do consultor norte-americano Gregory Kats, traduzido para o português pelo Secovi-SP.

A disseminação de informação sobre a prática foi um dos principais elementos que possibilitaram a redução do custo. À medida que os cases de sucesso eram apresentados ao mercado, muitos profissionais da área se interessaram pelo tema e foram buscar capacitação. "O aumento da oferta de mão de obra especializada reduziu o custo das contratações e, por consequência, os desembolsos extra dos projetos, que ficaram mais viáveis", pontuou Felipe Faria, diretor da Green Building Council (GBC) Brasil, entidade que regula a distribuição do Leed no Brasil. O selo está presente em 192 edifícios - a maior parte corporativos.

Um dos desafios do mercado para a manutenção do crescimento é incentivar a demanda dos selos também no segmento doméstico, de acordo com Leite, do Secovi. "Até o primeiro trimestre do ano passado, não existia nenhum edifício residencial pronto certificado no país. Essa disparidade entre corporativo e residencial é um dos desafios a serem vencidos para aumentar a expansão do mercado. Assim como as grandes empresas demandam imóveis sustentáveis, os consumidores também devem replicar o comportamento, principalmente os mais jovens, da geração Y, que têm uma carga grande de informação sobre o tema e vão começar a comprar imóveis nos próximos anos", prevê Leite.

Imóveis residenciais
Enquanto o Leed ganha espaço entre os empreendimentos corporativos, o selo batizado de Alta Qualidade Ambiental (Aqua-HQE), versão adaptada da certificação francesa Démeche HQE, é utilizado largamente para certificar projetos residenciais. Dos 305 edifícios certificados pela Fundação Vanzolini, responsável pela administração do selo no país, 150 são residenciais. Entretanto, a maioria dos projetos ainda está em fase de execução. Ou seja, apenas cinco prédios já estão em operação, sendo testados pelo consumidor final.

"O Aqua é adaptado para o mercado brasileiro e leva em consideração as características culturais e climáticas do país. Isso explica a utilização em prédios residenciais e também em imóveis comerciais de grandes redes de varejo, como a Leroy Merlin, por exemplo",afirmou o coordenador executivo da certificação Aqua, Manuel Carlos Reis Martins, que destaca o crescente interesse das construtoras em certificar empreendimentos residenciais.

"A Even adotou, em 2012, o convênio de empreendedor Aqua, no qual todos os edifícios habitacionais construídos em São Paulo e no Rio de Janeiro serão certificados. A Odebrech também impulsiona a certificação nos segmentos residencial e não residencial, mas atua por unidade de negócio. Cyrela e Gafisa, em ritmo mais reduzido, também já trabalham com empreendimentos chancelados", pontuou Martins.

Para o consultor Ferreira, a qualidade das construções melhora gradativamente à medida que as construtoras estão cada vez ganhando mais experiência em viabilizar projetos. "O desafio é mostrar para o consumidor final as vantagens de morar em um imóvel sustentável", afirmou. A opinião é compartilhada por Casado, da Sustentech. "É preciso disseminar o conceito entre os consumidores. Embora o segmento de construção sustentável cresça em uma taxa média anual de 30% no Brasil, ele não representa 4% da construção civil do país. Ainda há muito espaço para evoluir", disse.

Fonte: Brasil Econômico, 21/10/14
Postado por Antonio Macêdo Filho às terça-feira, outubro 21, 2014 Nenhum comentário:
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Marcadores: Certificação de Edifícios, Construção Sustentável, Educação, Green Buildings, Projetos

Reference Guides do LEED v4 estão sendo traduzidos para o Português

LEED v4 reference guides being translated to Portuguese

Caros,
O USGBC está traduzindo os Reference Guides do LEED v4 para o Português e outros idiomas.
O LEED User recebeu cópias draft para comentários do público técnico.
Aqui estão as versões preliminares em Português (necessário acesso pelo LEED User):
  • LEED v4 BD&C Reference Guide - Draft Portuguese Translation
  • LEED v4 EBOM Reference Guide - Draft Portuguese Translation
  • LEED v4 ID&C Reference Guide - Draft Portuguese Translation
Questões sugeridas: A versão parece de fato útil? Quais suas impressões? Quais ferramentas você gostaria de ver para fazer o LEED mais acessível no Brasil?
Os comentários devem ser postados pelo LEED User.
Nota do LEED User:
Os formatos destes guias, quando completos, vão parecer como os originais em inglês. Estas versões draft estão formatadas apenas para permitir a revisão da tradução.

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Marcadores: Certificação de Edifícios, Construção Sustentável, Green Buildings, Projetos

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Inovação nas alturas - Entrevista Revista Téchne, Agosto 2014

Caros,

Reproduzo a seguir trecho de entrevista que concedi à Revista Téchne da Pini, publicada na edição de Agosto passado, a respeito dos desafios de se construir edifícios altos no Brasil.
Para o conteúdo completo, clique na imagem abaixo, que direcionará para a página do site da editora.


Postado por Antonio Macêdo Filho às terça-feira, outubro 14, 2014 Nenhum comentário:
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