quarta-feira, 23 de julho de 2008

Saiba como foi a Missão Técnica Green Buildings em Nova York











Saiba como foi a Missão Técnica
Green Buildings Nova York 2008

Por Arq. Antonio Macêdo Filho

Dia 1 (14/06/08):

Desde quando eu e Raquel estivemos em Nova York em 2007, nesta mesma época do ano, nossa expectativa em relação à Missão Técnica que faríamos no ano seguinte já se anunciava. Havia muito que ver. Muitos preparativos depois, às vésperas da viagem estávamos com as vagas disponíveis esgotadas e um grupo de alto nível reunido.

No final da tarde de um sábado de temperatura amena em São Paulo, a maior parte do grupo compareceu com antecedência apropriada ao aeroporto internacional de Guarulhos para o embarque com destino a Nova York. Já no check-in, todos foram recepcionados por mim, pela Raquel e também pela Isabela, da operadora de turismo. Receberam orientações e material sobre a missão técnica, bem como nosso Guia de Viagem Nova York 2008 e outros materiais para ler e consultar durante o vôo. Entre as 30 pessoas que embarcaram em São Paulo, 11 eram estudantes de arquitetura da Belas Artes e os demais profissionais arquitetos e engenheiros de São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. Em Nova York, juntaram-se ao grupo duas arquitetas do Paraguai, um casal de construtores da Espanha, e também dois engenheiros do Rio Grande do Sul.

Dia 2 (15/06/08):

O vôo da American Airlines havia saído com atraso de São Paulo, mas não tivemos problemas em nossa chegada. Nova York estava tranquila naquela manhã de domingo de primavera, quase verão. Um ônibus nos aguardava para nos levar ao hotel em Manhattan, próximo ao Empire State Building.

Após nos acomodarmos, muitos aproveitaram o tempo livre para visitar alguns dos principais cartões postais da cidade, como o Flatiron Building, a Times Square, alguns subiram no topo do Empire State enquanto outros foram conhecer os ricos e completos acervos dos principais museus da cidade. À noite, um jantar informal no Pier 17 aproximou as pessoas que começavam a se conhecer, em ambiente descontraído.

Dia 3 (16/06/08):

Acordamos cedo. Após reunião no lobby do hotel e dadas as coordenadas pela Raquel, saímos para Battery Park City, em Downtown. O dia se iniciou com a vista da Estátua da Liberdade e começamos por ali a explorar a ilha, a partir do mesmo local por onde chegaram colonizadores e também milhares de imigrantes.

Após explanação, feita por um guia turístico brasileiro, a respeito da história da chegada dos imigrantes em Nova York e da tragédia de 11 de setembro de 2001, dois fatos marcantes da área, seguimos para o The Skyscrapers Museum, que gentilmente abriu nesta segunda-feira exclusivamente para receber a nossa missão, de forma a encaixar em nossa agenda do primeiro dia de visitas, como introdução ao que veríamos naquela semana.

Lá tivemos uma apresentação ricamente ilustrada a respeito da evolução urbana de Nova York e seus arranha-céus, passando pelos conceitos urbanísticos do século XIX, que nortearam a corrida para o alto das primeiras décadas do século XX, indo até as recentes torres de escritórios verdes.

Saindo do The Skyscrapers Museum seguimos em caminhada pelo Battery Park City, região ao lado do distrito financeiro que foi tomada ao rio Hudson, com administração independente do município e que segue uma legislação própria de construção que obriga que os projetos de novas edificações obedeçam a claros requisitos de sustentabilidade.

Atendendo a estes requisitos, os novos edifícios da área naturalmente passaram a mirar a certificação LEED. O primeiro desta nova safra, o The Solaire, foi o primeiro edifício residencial certificado dos EUA (atingiu LEED ouro), tendo os seus projetistas e incorporadores inclusive colaborado para a criação da categoria residencial do programa do USGBC.

Visitamos o The Solaire com acompanhamento de profissionais de administração do edifício que nos receberam gentilmente e nos mostraram os equipamentos e características de projeto do empreendimento que garantiram a certificação, como os sistemas de fotovoltaicos em suas fachadas e cobertura, o teto verde, equipamentos de ar condicionado e sistema de coleta e reuso de água.

Visitamos ainda um dos apartamentos prontos, que são locados por valores acima da média do mercado local. É um residencial elegante, localizado ao lado do distrito financeiro mais importante do mundo, mas com uma qualidade de vida urbana rara em Manhattan.

Do alto do The Solaire pudemos observar os demais edifícios do condomínio. Em um deles, um conjunto de espelhos colocados na cobertura acompanha o percurso do sol, direcionando-o para um jardim, no térreo do edifício vizinho, garantindo luz natural durante todo o ano naquela área de lazer. Uma solução que pode parecer um tanto exagerada, mas não por isto desinteressante.

Foi muito elucidativa a explanação, feita por um engenheiro que acompanhou a obra e administra o The Solaire, a respeito dos sistemas de tratamento e reuso de água, capazes de proporcionar grande economia para os condôminos e menos impacto para os esgotos da cidade. Pudemos visitar a área onde estão instalados os equipamentos e constatar pessoalmente a qualidade da chamada água cinza.

Após a visita, deixamos a região do Battery Park City e fomos até a região do Village onde à tarde fomos recebidos no AIA – American Institute of Architects em seu Center for Architecture. Lá assistimos primeiro a uma palestra apresentada exclusivamente para o nosso grupo por um engenheiro do USGBC-NY, US Green Building Council – New York, sobre o programa LEED, lançado em 2000 nos EUA e que em Nova York originou uma espécie de corrida pela certificação entre os novos empreendimentos, cada um buscando ser o primeiro, o melhor, o maior, o mais “verde”. Já havíamos conhecido o The Solaire naquela manhã e durante aquela semana teríamos ainda oportunidade de conhecer de perto outros Green Buildings.

Em seguida assistimos ainda a uma apresentação oferecida pelo AIA sobre os projetos vencedores de um concurso promovido por eles no ano passado sobre Arquitetura Sustentável. Ficou claro na apresentação, feita por um arquiteto que participou do concurso, que a sustentabilidade da arquitetura e da construção vai muito além das certificações e que estas são um caminho, talvez um bom atalho, tomado principalmente por empreendimentos que dependem do marketing imobiliário, mas não são solução para todos as questões.

Foi também igualmente interessante perceber que temos também no Brasil bons projetos e projetistas que poderiam muito bem ser premiados em um concurso como aquele. Alguns destes profissionais estavam ali em nosso grupo.

No final da tarde ainda pudemos conhecer um edifício residencial que atende basicamente a estudantes da NYU, cujos campi se espalham pela região, onde o proprietário instalou um grande sistema de aquecedores solares na cobertura do edifício com mais de 100 anos de uso. O sistema, além de servir água quente para banho, ainda abastece os radiadores dos apartamentos, nos dias de inverno. Interessante saber pelo engenheiro indiano que nos recebeu que a água que circula nos coletores trabalha em circuito fechado, trocando calor em um trocador específico com a água servida, diferentemente dos nossos sistemas, cuja água de consumo é a que passa pelas placas solares.

Com isto concluímos o programa oficial do primeiro dia de visitas desta missão técnica Green Buildings em Nova York. Mas estava só começando...

Dia 4 (17/06/08):

Com o grupo reunido no lobby já após o café da manhã, seguimos para o Javitz Convention Center, local da feira Buildings NY que estava abrindo naquele dia. Lá fomos recebidos numa sala VIP, de onde, após recebermos nossas credenciais, fomos visitar a feira. A maior parte do grupo, no entanto, antes assistiu a uma palestra de um arquiteto titular de um grande escritório responsável por muitos projetos certificados LEED em Nova York.

A feira não era muito grande, mas passou a impressão de muitos negócios pareciam ser feitos ali. Judeus ortodoxos, latino-americanos e norte-americanos de todas as partes, em empresas de diversos segmentos disputavam o dinâmico mercado de construção e reabilitação de edifícios na cidade.

À tarde, nos encontramos em Downtown para visitar um importante escritório de arquitetura, responsável por muitos projetos sustentáveis, inclusive o 1, Bryant Park, primeiro edifício de escritórios certificado LEED Platina dos EUA e maior Green Building do mundo. O próprio escritório, localizado em um edifício do século XIX, foi certificado LEED Platina para os seus interiores.

Os profissionais que nos receberam se esforçaram em apresentar a filosofia verde que eles buscam imprimir a cada projeto. Mesmo no dia-a-dia do escritório, percebe-se a busca da sustentabilidade em todos os processos. Pelas janelas se vê uma grande cobertura verde, do lado de fora do escritório, que ajuda a lembrar a todos como devem trabalhar ali.
Ficou claro que a preocupação com todos os detalhes é fundamental na busca da sustentabilidade e que a certificação LEED Platina não é fácil de ser alcançada, mas é possível, com a integração de diversas estratégias de projeto, tecnologias e, naturalmente, recursos.

Após a visita, algumas das minhas alunas comentaram que gostariam de trabalhar em escritório como aquele, outros colegas comentaram que queriam ter clientes como aqueles, todos tinham algo a comentar. Foi mesmo muito interessante a visita.

Com isto fechamos a programação de terça e como já era final de tarde, o grupo se dispersou por Downtown. Alguns foram jantar no Meatpacking District, região onde antes havia muitos açougues (daí o nome) e hoje em dia de animada vida noturna e com bons restaurantes.

Dia 5 (18/06/08):

Pela manhã fomos até o City Hall (prefeitura) e seguimos para o Ground Zero, onde tínhamos agendado uma visita ao 7, World Trade Center, primeira das novas torres do complexo a ficar pronta e primeiro Green Building certificado LEED Ouro de Nova York, projetado pelo SOM. O edifício original do 7 WTC também veio a desabar na tarde de 11 de setembro de 2001, destruindo a sub-estação de energia da Edison Co. que abrigava, motivo pelo qual sua reconstrução se tornou prioritária.

Fomos recebidos no 7, WTC por representantes da incorporadora, que é proprietária de quatro das cinco novas torres do complexo do WTC. Após breve apresentação do projeto, subimos para conhecer os escritórios das equipes de projeto das novas torres do World Trade Center, de onde, em meio a maquetes, plantas e perspectivas, pudemos ter uma visão privilegiada das obras no Ground Zero, e tivemos a oportunidade, um verdadeiro privilégio, de observar uma reunião dos coordenadores de projetos, das equipes dos escritórios Norman Foster, Richard Rogers e Maki além da incorporadora, discutindo detalhes técnicos das novas torres, cujas obras se desenvolviam algumas dezenas de metros abaixo. De certa forma, estávamos acompanhando ao vivo a história sendo escrita. Fascinante.

Mas o mais impressionante ainda estava por vir. Saindo do pavimento do WTC Design Team, subimos ao 52º e último andar do 7 World Trade Center, ainda desocupado, de onde tivemos uma espetacular visão 360º de toda a cidade a partir de Lower Manhanttan. A Estátua da Liberdade, Staten Island, New Jersey, Brooklin Bridge, Chrysler Building, Empire State Building, além é claro do Ground Zero logo abaixo, todos os principais os marcos arquitetônicos de Nova York estavam visíveis desde ali.

Alguns chegaram a se emocionar ao lembrar que milhares de pessoas perderam a vida naquele lugar, naquele fatídico dia que ficará marcado para sempre na memória de todos, assim como possivelmente também ficará este dia em que tivemos a oportunidade, muito provavelmente única, de ter acesso a este lugar também singular. Foi de fato e literalmente um dos pontos altos desta nossa visita a Nova York.

A partir daí, o grupo ficou livre para voltar à feira ou se dedicar a interesses pessoais (para muitos, compras).

Dia 6 (19/06/08):
Neste dia, logo cedo fomos à nova sede do New York Times Building, para mais uma visita técnica exclusiva. Fomos recebidos no lobby por representantes da equipe de arquitetura de interiores contratada pelo New York Times para desenvolver os seus escritórios juntamente e desde o início dos trabalhos de arquitetura do escritório Renzo Piano.

O sistema de brises que recobre toda a fachada, escondendo uma torre com muro cortina de vidro, foi desenvolvido especificamente para o edifício e utiliza um inusitado sistema de tubos cerâmicos que, ao tempo em que evita o excesso de calor, permite boa iluminação natural.

Com luz natural em boa parte da área dos escritórios, um sistema automatizado controla e regula a intensidade da luz artificial em toda a periferia do edifício, de forma dinâmica.

Os sistemas de iluminação utilizam em todos os pavimentos as recém lançadas lâmpadas fluorescentes T2, menores, mais eficientes e duráveis que as T5 e T8, em luminárias também desenhadas especificamente que comportam o retorno do ar condicionado. Os forros recebem ainda os sistemas de sprinklers, que ficam embutidos, sensores da automação, a sonorização e sinalização de emergência.

Os acabamentos dos interiores de escritórios também impressionaram pela qualidade e elegância.

Saindo do NY Times, fomos até a Times Square, onde fiz uma breve apresentação dos primeiros Green Buildings de Nova York, o Condé Nast e o Reuters Building, que são anteriores à certificação LEED.

Seguimos para visitar o Bank of America Tower, o ponto mais alto da viagem, ao menos literalmente. A vista do topo da torre, mais alta que o Chrysler Building e quase tão alta quanto o Empire State, após a subida de 280 metros em um elevador de obra externo, de fato impressiona.

Tivemos oportunidade de conhecer as entranhas do primeiro LEED Plantina dos EUA, em conclusão de obra, já com equipamentos instalados, inclusive o impressionante sistema de ar condicionado, que com filtros enormes são capazes de oferecer aos usuários ar com qualidade de centro cirúrgico. Mesmo após ser utilizado no prédio, em sistemas de insuflamento pelo piso, o ar será devolvido ao exterior mais puro do que antes, e assim, o edifício se converterá em um filtro gigante para a cidade, inclusive em relação aos níveis de CO2.

No teto haverá uma cobertura verde (naturalmente pequena em relação ao tamanho do edifício) que captará água da chuva para reuso do edifício.
O edifício será integrado em seu sub solo a duas estações de metrô, o que facilitará o acesso sem a utilização de veículos de transporte individual.

Suas fachadas utilizam vidros low-e e vidros com lâminas fotovoltaicas em diferentes orientações e alturas, sempre permitindo ampla iluminação natural em todos os pavimentos de escritórios.

Os melhores Green Buildings estão de fato cada vez mais se parecendo com as próprias plantas, quanto à sua interação com o meio, coletando a água da chuva para próprio consumo, a energia do sol para produzir energia e purificando o ar ambiente com a sua respiração. Este é o exemplo que está dando o Bank of America Tower.

Bons exemplos também foi o que encontramos numa visita à tarde ao escritório responsável pela elaboração do NY Green Map, completo e complexo levantamento de tudo que há em Nova York, que se pode chamar de sustentável, muito além da arquitetura, embora sua criadora seja também arquiteta.

Foi uma experiência interessante conhecer este lado puro e fundamental da sustentabilidade, dos movimentos de comunidade, da reciclagem de bicicletas, dos jardins que os moradores cuidam, dos edifícios básicos, mas eficientes, que simplesmente precisam racionalizar o uso dos recursos. Estes edifícios não precisam de certificação.

A visita serviu também para apresentar um contra ponto, uma outra visão, para nos lembrarmos de que a sustentabilidade não se refere apenas a grandes e high-tech green buildings, mas pode ser buscada e vivida por todos, em diferentes realidades.

Já no final da tarde, chegamos ao SOM - Skidmore, Owings & Merryl, na região de Wall Street, possivelmente o maior escritório de arquitetura do mundo, com projetos em todos os continentes.

Fomos recebidos para uma visita exclusiva na qual nos foram apresentados dezenas de projetos que o escritório desenvolve em todo o mundo, muitos dos quais certificados.

Muitos se surpreenderam com a naturalidade com que grandes números e cifras são tratados. Alguns projetos apresentados, para a Coréia do Sul e Emirados Árabes, por exemplo, eram de fato impressionantes.

O escritório tem também projetos no Brasil, três grandes edifícios de escritórios em São Paulo. Em Nova York, dentre os mais recentes destaca-se o 7, World Trade Center, que tínhamos visitado no dia anterior, e a Freedom Tower, mais alta e imponente torre dos novos edifícios do World Trade Center, cujas obras começam a sair do chão, como também vimos in loco.

Assim encerramos mais um dia intensa programação.

Dia 7 (20/06/08):

Logo no início da manhã fomos recebidos com um café da manhã no escritório pela equipe que desenvolveu os projetos dos interiores do New York Times Building, que nos apresentou uma série de projetos de arquitetura e de interiores, desenvolvidos para diversas partes do mundo.

A empresa colocou-se à disposição para receber estudantes de arquitetura brasileiros em seus elegantes escritórios no Rockfeller Center.

Após a visita, fomos até a Park Ave, onde conhecemos obras de retrofit de fachadas com a colocação de películas em vidros, em visita oferecida pela 3M.

Em um dos casos, o edifício do JP Morgan Chase Bank, o investimento de 1 milhão de dólares na instalação de filmes nas quatro fachadas, provocou redução de 50% da carga térmica do edifício reduzindo o consumo de energia e levando ao retorno do investimento em apenas 24 meses. Pode ser uma boa solução para muitos edifícios existentes, inclusive no Brasil.

À noite, nos reunimos em um bom restaurante de comida italiana para o jantar de confraternização do grupo. Uma longa mesa com muitas garrafas de vinho denunciavam que novos amigos se haviam conhecido.

Dia 8 (21/06/08):

No sábado tivemos a manhã livre para as lembranças de última hora e à tarde fomos ao JFK para tomar o vôo de volta para São Paulo, a maioria, pelo menos. Alguns foram para outras cidades dos EUA, outros foram para a Espanha, outros ainda ficaram em Nova York.

Em comum a sensação era de que havíamos de fato tido uma semana intensa, rica e cheia de experiências. Tantas que parecia até que aquela primeira visita da segunda-feira no The Skyscrapers Museum havia passado há muito tempo, e não apenas há cinco dias.

Nesta missão técnica Green Buildings em Nova York 2008 tivemos oportunidade de ver e visitar grandes casos de arquitetura sustentável, alguns deles Green Buildings expoentes mundiais, edifícios do mais alto nível, mas também bons edifícios comuns, e até reformas. Vimos o high-tech e o low-tech. Vimos feira de construção e vimos green markets. Visitamos os primeiros vencedores da corrida pela certificação, tivemos acesso a locais e edifícios que de outra forma não teríamos, conhecemos pessoas e locais interessantes.

Como imaginávamos, foi mesmo uma semana e tanto...

Até a próxima!

Arq. Antonio Macêdo Filho

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Um comentário:

Raquel Palhares disse...

Olá, Antonio!
Foi mesmo! Uma semana e tanto!Muito legal seu texto sobre nossa viagem a Nova York! Me fez relembrar cada momento e cada experiência vivida!
Foi um prazer desenvolver com você este rico programa e uma grande satisfação acompanhar todos os colegas durante as visitas!! Deu vontade de começar a arrumar as malas e se preparar para a próxima!
Beijos e parabéns pelo Blog! Amei!
Raquel